🌿 Natureza ❤ Amor à pátria 🏛 Identidade | Esperançoso
Fatos importantes
1.Apenas as primeiras dez linhas do poema original são usadas como hino; a obra completa tem 25 linhas e pinta um vívido retrato sazonal da paisagem bengali
2.O hino celebra a beleza natural de Bengala e o amor de quem canta pela sua terra, a quem se dirige como a uma mãe; não menciona a religião, o governo nem a força militar
3.No Dia da Independência, 26 de março de 2014, 254 537 pessoas cantaram juntas o hino no Campo Nacional de Paradas, em Daca, estabelecendo o recorde do Guinness de mais pessoas a cantar um hino nacional em simultâneo
Letra do Hino Nacional de Bangladesh
Apenas as primeiras 10 linhas do poema de Tagore são usadas como hino.
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আমার সোনার বাংলা, আমি তোমায় ভালোবাসি।
চিরদিন তোমার আকাশ, তোমার বাতাস, আমার প্রাণে বাজায় বাঁশি॥
ও মা, ফাগুনে তোর আমের বনে ঘ্রাণে পাগল করে,
মরি হায়, হায় রে
ও মা, অঘ্রানে তোর ভরা ক্ষেতে আমি কী দেখেছি মধুর হাসি॥
কী শোভা, কী ছায়া গো, কী স্নেহ, কী মায়া গো
কী আঁচল বিছায়েছ বটের মূলে, নদীর কূলে কূলে।
মা, তোর মুখের বাণী আমার কানে লাগে সুধার মতো,
মরি হায়, হায় রে
মা, তোর বদনখানি মলিন হলে, ও মা, আমি নয়নজলে ভাসি॥
আমার সোনার বাংলা, আমি তোমায় ভালোবাসি।
চিরদিন তোমার আকাশ, তোমার বাতাস, আমার প্রাণে বাজায় বাঁশি॥
ও মা, ফাগুনে তোর আমের বনে ঘ্রাণে পাগল করে,
মরি হায়, হায় রে
ও মা, অঘ্রানে তোর ভরা ক্ষেতে আমি কী দেখেছি মধুর হাসি॥
কী শোভা, কী ছায়া গো, কী স্নেহ, কী মায়া গো
কী আঁচল বিছায়েছ বটের মূলে, নদীর কূলে কূলে।
মা, তোর মুখের বাণী আমার কানে লাগে সুধার মতো,
মরি হায়, হায় রে
মা, তোর বদনখানি মলিন হলে, ও মা, আমি নয়নজলে ভাসি॥
তোমার এই খেলাঘরে শিশুকাল কাটিলে রে,
তোমারি ধুলামাটি অঙ্গে মাখি ধন্য জীবন মানি।
তুই দিন ফুরালে সন্ধ্যাকালে কী দীপ জ্বালিস ঘরে,
মরি হায়, হায় রে
তখন খেলাধুলা সকল ফেলে, ও মা, তোমার কোলে ছুটে আসি॥
ধেনু-চরা তোমার মাঠে, পারে যাবার খেয়াঘাটে,
সারা দিন পাখি-ডাকা ছায়ায়-ঢাকা তোমার পল্লীবাটে,
তোমার ধানে-ভরা আঙিনাতে জীবনের দিন কাটে,
মরি হায়, হায় রে
ও মা, আমার যে ভাই তারা সবাই, ও মা, তোমার রাখাল তোমার চাষি॥
ও মা, তোর চরণেতে দিলেম এই মাথা পেতে
দে গো তোর পায়ের ধুলা, সে যে আমার মাথার মানিক হবে।
ও মা, গরিবের ধন যা আছে তাই দিব চরণতলে,
মরি হায়, হায় রে
আমি পরের ঘরে কিনব না আর, মা, তোর ভূষণ ব'লে গলার ফাঁসি
Minha Bengala dourada, eu te amo.
Para sempre o teu céu, o teu ar tocam a flauta na minha alma.
Ó Mãe, na primavera o perfume dos teus pomares de mangueiras enlouquece-me de alegria,
Ai, que eu morro, ai!
Ó Mãe, no tempo da colheita, que doce sorriso eu vi nos teus campos repletos!
Que beleza, que sombra, que carinho, que ternura!
Que ponta de sári estendeste ao pé das figueiras-de-bengala, ao longo das margens dos rios!
Mãe, as palavras da tua boca soam-me aos ouvidos como néctar,
Ai, que eu morro, ai!
Mãe, quando o teu rosto se entristece, ó Mãe, eu desfaço-me em lágrimas.
Minha Bengala dourada, eu te amo.
Para sempre o teu céu, o teu ar tocam a flauta na minha alma.
Ó Mãe, na primavera o perfume dos teus pomares de mangueiras enlouquece-me de alegria,
Ai, que eu morro, ai!
Ó Mãe, no tempo da colheita, que doce sorriso eu vi nos teus campos repletos!
Que beleza, que sombra, que carinho, que ternura!
Que ponta de sári estendeste ao pé das figueiras-de-bengala, ao longo das margens dos rios!
Mãe, as palavras da tua boca soam-me aos ouvidos como néctar,
Ai, que eu morro, ai!
Mãe, quando o teu rosto se entristece, ó Mãe, eu desfaço-me em lágrimas.
Nesta tua casa de brincar passei a minha infância,
Cobrindo o corpo com o teu pó e a tua terra, tenho a minha vida por abençoada.
Quando o dia acaba, ao anoitecer, que lâmpada acendes em casa!
Ai, que eu morro, ai!
Então, deixando todas as brincadeiras, ó Mãe, corro para o teu colo.
Nos teus prados onde pasta o gado, no cais da barca para a outra margem,
Nos teus caminhos de aldeia, sombreados e cheios do canto das aves o dia inteiro,
Nos teus pátios repletos de arroz, passam os dias da minha vida,
Ai, que eu morro, ai!
Ó Mãe, todos os que são meus irmãos, ó Mãe, são os teus pastores e os teus lavradores.
Ó Mãe, a teus pés inclinei esta cabeça,
Dá-me o pó dos teus pés, ele será a joia sobre a minha cabeça.
Ó Mãe, a riqueza que o pobre tiver, deporei a teus pés,
Ai, que eu morro, ai!
Não comprarei mais em casa alheia, Mãe, uma corda para o pescoço chamando-lhe teu adorno.
My golden Bengal, I love you.
Forever your sky, your air play a flute within my soul.
O Mother, in spring the fragrance of your mango groves drives me wild with joy,
Ah, I could die, ah me!
O Mother, at harvest time, what sweet smiles I have seen in your brimming fields!
What beauty, what shade, what affection, what tenderness!
What a sari's hem you have spread at the foot of the banyans, along the banks of the rivers!
Mother, the words from your lips fall on my ears like nectar,
Ah, I could die, ah me!
Mother, when your face grows sad, O Mother, I am awash with tears.
My golden Bengal, I love you.
Forever your sky, your air play a flute within my soul.
O Mother, in spring the fragrance of your mango groves drives me wild with joy,
Ah, I could die, ah me!
O Mother, at harvest time, what sweet smiles I have seen in your brimming fields!
What beauty, what shade, what affection, what tenderness!
What a sari's hem you have spread at the foot of the banyans, along the banks of the rivers!
Mother, the words from your lips fall on my ears like nectar,
Ah, I could die, ah me!
Mother, when your face grows sad, O Mother, I am awash with tears.
In this playhouse of yours my childhood passed,
Smearing your very dust and soil on my limbs, I count my life blessed.
When the day is done, at evening, what a lamp you light in the home!
Ah, I could die, ah me!
Then, leaving all my games, O Mother, I come running to your lap.
In your meadows where the cattle graze, at the ferry landing for the far shore,
On your village paths, shaded and loud with birdsong all day long,
In your courtyards heaped with paddy, the days of my life go by,
Ah, I could die, ah me!
O Mother, all those who are my brothers, O Mother, are your herdsmen, your farmers.
O Mother, at your feet I have laid down this head of mine,
Give me the dust of your feet; it will be the jewel on my head.
O Mother, whatever wealth a poor man has, I shall lay at your feet,
Ah, I could die, ah me!
I will no longer buy from others' houses, Mother, a noose for my neck and call it your ornament.
As traduções não são oficiais e têm como objetivo transmitir o significado, não substituir os originais
Análise
Editorial
Escrita por Rabindranath Tagore em 1905, durante o movimento contra a partição de Bengala, a canção foi reconhecida como hino nacional pelo governo provisório do Bangladesh em abril de 1971, em plena guerra de libertação; em janeiro de 1972, o conselho de ministros escolheu os seus dez primeiros versos como hino da nova república. Tagore também escreveu o hino nacional da Índia.