Comparação de hinos nacionais
Argentina vs Uruguai
3
Temas em comum
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Mesmo tom
21
21 anos de diferença
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Mesmo continente
Analise comparativa
Argentina e Uruguai, ambas nações da América do Sul, adotam abordagens distintas em seus hinos nacionais. "Hino Nacional Argentino" (Argentina) foi escrito em 1812, enquanto "Hino Nacional do Uruguai" (Uruguai) data de 1833.
Ambos os hinos compartilham temas de liberdade, batalha / guerra e bandeira. Argentina também explora independência, enquanto Uruguai aborda revolução.
Ambos os hinos têm um tom majestoso, criando um registro emocional semelhante apesar da distância geográfica.
Argentina mudou seu hino nacional em 1900, refletindo uma mudança na identidade nacional ou no cenário político.
Temas em comum
Argentina
🕊 Liberdade 🗽 Independência ⚔ Batalha / Guerra 🚩 Bandeira
Uruguai
🕊 Liberdade 🔥 Revolução ⚔ Batalha / Guerra 🚩 Bandeira
Temas em comum:
🕊 Liberdade ⚔ Batalha / Guerra 🚩 Bandeira
Metadados
| Argentina | Uruguai | |
|---|---|---|
| Composto | 1812 | 1833 |
| Adotado | 1813 | 1848 |
| Letrista | Vicente López y Planes | Francisco Acuña de Figueroa |
| Compositor | Blas Parera | Francisco José Debali |
| Idioma | es | es |
| Região | South America | South America |
Letras lado a lado
Argentina
Himno Nacional Argentino
Original
Oíd, Mortales, el grito sagrado:
¡Libertad! ¡Libertad! ¡Libertad!
¡Oíd el ruido de rotas cadenas:
ved en trono a la noble Igualdad!
Ya su trono dignísimo abrieron
las Provincias Unidas del Sud
y los libres del mundo responden:
¡Al gran Pueblo Argentino salud!
[Coro]
Sean eternos los laureles
que supimos conseguir:
coronados de gloria vivamos
o juremos con gloria morir.
Tradução
Ouvi, mortais!, o grito sagrado:
Liberdade! Liberdade! Liberdade!
Ouvi o ruído de correntes quebradas;
Vede no trono a nobre igualdade.
Já o seu trono digníssimo abriram
as Províncias Unidas do Sul!
E os livres do mundo respondem:
Ao grande povo argentino, saúde!
[Coro]
Sejam eternos os louros
que soubemos conquistar:
coroados de glória vivamos,
ou juremos com glória morrer.
Uruguai
Himno Nacional de Uruguay
Original
[Coro]
¡Orientales, la Patria o la Tumba!
¡Libertad, o con gloria morir!
Es el voto que el alma pronuncia,
Y que heroicos sabremos cumplir.
Libertad, libertad, Orientales!
Este grito a la Patria salvó,
Que a sus bravos en fieras batallas
De entusiasmo sublime inflamó.
De este don sacrosanto la gloria
Merecimos: tiranos temblad!
Libertad en la lid clamaremos,
Y muriendo, también libertad!
[Coro]
Tradução
[Coro]
Orientais, a Pátria ou o Túmulo!
Liberdade, ou com glória morrer!
É o voto que a alma pronuncia,
E que heroicos saberemos cumprir!
Liberdade, liberdade, orientais!
Este grito a Pátria salvou,
Que os seus bravos, em ferozes batalhas,
De entusiasmo sublime inflamou.
Deste dom sacrossanto a glória
Merecemos: tiranos, tremei!
Liberdade na luta clamaremos,
E, morrendo, também liberdade!
[Coro]
Curiosidades
Argentina
- 1. Em 1990, o músico de rock Charly García lançou a sua própria versão rock do hino no álbum "Filosofía barata y zapatos de goma". Uma denúncia classificou-a como desrespeitosa, e o lançamento do disco foi adiado até que os tribunais autorizassem a versão
- 2. O hino abre com uma introdução instrumental longa e elaborada, que mistura motivos de fanfarra com outros mais cantáveis; a musicóloga Carol A. Hess compara-a ao tipo de introdução que se ouve numa ópera
- 3. O dia 11 de maio, data da adoção do hino, é celebrado anualmente na Argentina como 'Día del Himno Nacional Argentino'
Uruguai
- 1. O hino começa com o brado '¡Orientales, la Patria o la Tumba!' (Orientais, a Pátria ou a Tumba!), um juramento de vida ou morte; a frase também serve de nome popular do hino
- 2. Debali nasceu no Reino da Hungria e fixou-se em Montevidéu em 1838, onde dirigiu a orquestra da Casa de Comedias, o primeiro teatro da cidade. Sua partitura reflete a ópera italiana da época; já foi comparada com 'Lucrezia Borgia', de Donizetti, mas o musicólogo Lauro Ayestarán concluiu em 1953 que não se trata de plágio
- 3. A autoria da música foi por muito tempo disputada entre Debali e Fernando Quijano, que o teria aconselhado. Um decreto de 1979 sobre a partitura oficial a apresenta como obra original de Debali, mas o Ministério da Educação e Cultura do Uruguai observa que o debate continua aberto
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Uruguai