Comparação de hinos nacionais
Paraguai vs Uruguai
3
Temas em comum
✗
Tons diferentes
13
13 anos de diferença
✓
Mesmo continente
Analise comparativa
Paraguai e Uruguai, ambas nações da América do Sul, adotam abordagens distintas em seus hinos nacionais. "Hino Nacional Paraguaio" (Paraguai) foi escrito em 1846, enquanto "Hino Nacional do Uruguai" (Uruguai) data de 1833.
Ambos os hinos compartilham temas de liberdade, batalha / guerra e revolução. Paraguai também explora independência, enquanto Uruguai aborda bandeira.
Os tons emocionais diferem: o hino de Paraguai é feroz, enquanto o de Uruguai é majestoso.
Ambos os hinos compartilham o mesmo letrista: Francisco Acuña de Figueroa, unindo as duas nações por uma voz poética comum.
Temas em comum
Paraguai
🕊 Liberdade 🗽 Independência ⚔ Batalha / Guerra 🔥 Revolução
Uruguai
🕊 Liberdade 🔥 Revolução ⚔ Batalha / Guerra 🚩 Bandeira
Temas em comum:
🕊 Liberdade ⚔ Batalha / Guerra 🔥 Revolução
Metadados
| Paraguai | Uruguai | |
|---|---|---|
| Composto | 1846 | 1833 |
| Adotado | 1846 | 1848 |
| Letrista | Francisco Acuña de Figueroa | Francisco Acuña de Figueroa |
| Compositor | Francisco Jose Debali (disputed) | Francisco José Debali |
| Idioma | es | es |
| Região | South America | South America |
Letras lado a lado
Paraguai
Himno Nacional Paraguayo
Original
A los pueblos de América, infausto,
Tres centurias un cetro oprimió,
Mas un día soberbia surgiendo,
¡Basta!... dijo, y el cetro rompió.
Nuestros padres, lidiando grandiosos,
Ilustraron su gloria marcial;
Y trozada la augusta diadema,
Enalzaron el gorro triunfal.
[Coro]
Paraguayos, ¡República o Muerte!
Nuestro brío nos dio libertad;
Ni opresores, ni siervos alientan,
Donde reinan unión, e igualdad.
Tradução
Por três centúrias um cetro infausto
Oprimiu os povos da América,
Mas um dia a América, erguendo-se altiva,
Disse: “Basta!” e quebrou o cetro.
Nossos pais, lutando grandiosamente,
Ilustraram sua glória marcial;
E, quebrado o augusto diadema,
Ergueram o gorro triunfal.
[Coro]
Paraguaios, República ou Morte!
Nosso brio nos deu liberdade;
Nem opressores, nem servos respiram
Onde reinam união e igualdade.
Uruguai
Himno Nacional de Uruguay
Original
[Coro]
¡Orientales, la Patria o la Tumba!
¡Libertad, o con gloria morir!
Es el voto que el alma pronuncia,
Y que heroicos sabremos cumplir.
Libertad, libertad, Orientales!
Este grito a la Patria salvó,
Que a sus bravos en fieras batallas
De entusiasmo sublime inflamó.
De este don sacrosanto la gloria
Merecimos: tiranos temblad!
Libertad en la lid clamaremos,
Y muriendo, también libertad!
[Coro]
Tradução
[Coro]
Orientais, a Pátria ou o Túmulo!
Liberdade, ou com glória morrer!
É o voto que a alma pronuncia,
E que heroicos saberemos cumprir!
Liberdade, liberdade, orientais!
Este grito a Pátria salvou,
Que os seus bravos, em ferozes batalhas,
De entusiasmo sublime inflamou.
Deste dom sacrossanto a glória
Merecemos: tiranos, tremei!
Liberdade na luta clamaremos,
E, morrendo, também liberdade!
[Coro]
Curiosidades
Paraguai
- 1. Uma lei de 2025 (Lei 7427) obriga todas as instituições de ensino do país a cantar o hino pelo menos uma vez por semana.
- 2. O texto completo tem sete estrofes e um coro, e a música começa com uma introdução instrumental, mas normalmente só se cantam a primeira estrofe e o coro.
- 3. O hino também tem uma versão oficial em guarani, de Reinaldo Decoud Larrosa, aprovada pelo Ministério da Educação e Ciências em 2019, refletindo o bilinguismo oficial do país.
Uruguai
- 1. O hino começa com o brado '¡Orientales, la Patria o la Tumba!' (Orientais, a Pátria ou a Tumba!), um juramento de vida ou morte; a frase também serve de nome popular do hino
- 2. Debali nasceu no Reino da Hungria e fixou-se em Montevidéu em 1838, onde dirigiu a orquestra da Casa de Comedias, o primeiro teatro da cidade. Sua partitura reflete a ópera italiana da época; já foi comparada com 'Lucrezia Borgia', de Donizetti, mas o musicólogo Lauro Ayestarán concluiu em 1953 que não se trata de plágio
- 3. A autoria da música foi por muito tempo disputada entre Debali e Fernando Quijano, que o teria aconselhado. Um decreto de 1979 sobre a partitura oficial a apresenta como obra original de Debali, mas o Ministério da Educação e Cultura do Uruguai observa que o debate continua aberto
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Paraguai
Uruguai