Comparação de hinos nacionais
República Centro-Africana vs República do Congo
Analise comparativa
República Centro-Africana e República do Congo, ambas nações da África, adotam abordagens distintas em seus hinos nacionais. "O Renascimento" (República Centro-Africana) foi escrito em 1959, enquanto "A Congolesa" (República do Congo) data de 1959.
Ambos os hinos compartilham temas de unidade e liberdade. República Centro-Africana também explora independência, ancestrais / herança e resiliência, enquanto República do Congo aborda natureza e esperança.
Os tons emocionais diferem: o hino de República Centro-Africana é esperançoso, enquanto o de República do Congo é orgulhoso.
República do Congo mudou seu hino nacional em 1991, refletindo uma mudança na identidade nacional ou no cenário político.
Temas em comum
República Centro-Africana
República do Congo
Temas em comum:
Metadados
| República Centro-Africana | República do Congo | |
|---|---|---|
| Composto | 1959 | 1959 |
| Adotado | 1960 | 1959 |
| Letrista | Barthélémy Boganda (posthumous; died 29 March 1959) | Jacques Tondra / Georges Kibanghi |
| Compositor | Herbert Pepper | Jean Royer / Joseph Spadiliere |
| Idioma | fr | fr |
| Região | Central Africa | Central Africa |
Letras lado a lado
República Centro-Africana
La Renaissance
Original
Tradução
República do Congo
La Congolaise
Original
Tradução
Curiosidades
República Centro-Africana
- 1. Barthélémy Boganda, autor da letra, morreu num acidente aéreo a 29 de março de 1959. As causas nunca foram esclarecidas e o hino foi adotado mais de um ano depois da sua morte.
- 2. O compositor Herbert Pepper assinou dois hinos nacionais africanos no mesmo período: «La Renaissance» para a República Centro-Africana e «Le Lion rouge» («Pincez tous vos koras, frappez les balafons») para o Senegal.
- 3. A República Centro-Africana adotou o hino a 25 de maio de 1960, menos de três meses antes da independência formal da França, a 13 de agosto de 1960.
- 4. O hino tem também uma versão oficial em sango, a língua nacional, intitulada «E Zingo».
- 5. O mesmo hino manteve-se em uso durante o Império Centro-Africano (1976-1979). Na sua coroação, a 4 de dezembro de 1977, Jean-Bédel Bokassa colocou ele próprio a coroa na cabeça, e depois do seu juramento os altifalantes tocaram «La Renaissance» em sango. Continuou a ser o hino depois de restaurada a república, em 1979.
República do Congo
- 1. O hino substituto 'Les Trois Glorieuses' (Os Três Dias Gloriosos) devia o nome ao levantamento de 13 a 15 de agosto de 1963 que derrubou o primeiro presidente, Fulbert Youlou. A letra é de Henri Lopes, o escritor que depois foi primeiro-ministro de 1973 a 1975.
- 2. 'La Congolaise' foi escrita antes da independência: a letra por Jacques Tondra, um francês, e Georges Kibanghi, um congolês, e a música por Jean Royer e Joseph Spadilière.
- 3. 'La Congolaise' venceu uma canção rival, 'Allons Congo', dos europeus Jo Noves e Stéphane May, por 44 votos contra 9 na Assembleia Nacional, e foi adotada pela lei constitucional n.º 10 de 21 de novembro de 1959.
- 4. O refrão põe em música a divisa nacional: 'Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès!' (Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso!).
- 5. Brazzaville, a capital, fica em frente a Kinshasa (capital da RD Congo), do outro lado do rio Congo; depois de Roma e do Vaticano, são o par de capitais nacionais mais próximo do mundo.
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República Centro-Africana
República do Congo