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Comparação de hinos nacionais

República Centro-Africana vs República do Congo

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Temas em comum
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Tons diferentes
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Mesmo continente

República Centro-Africana

La Renaissance

O Renascimento

República do Congo

La Congolaise

A Congolesa

Analise comparativa

República Centro-Africana e República do Congo, ambas nações da África, adotam abordagens distintas em seus hinos nacionais. "O Renascimento" (República Centro-Africana) foi escrito em 1959, enquanto "A Congolesa" (República do Congo) data de 1959.

Ambos os hinos compartilham temas de unidade e liberdade. República Centro-Africana também explora independência, ancestrais / herança e resiliência, enquanto República do Congo aborda natureza e esperança.

Os tons emocionais diferem: o hino de República Centro-Africana é esperançoso, enquanto o de República do Congo é orgulhoso.

República do Congo mudou seu hino nacional em 1991, refletindo uma mudança na identidade nacional ou no cenário político.

Temas em comum

República Centro-Africana

🗽 Independência 🤝 Unidade 🕊 Liberdade 🏺 Ancestrais / Herança 💪 Resiliência

República do Congo

🤝 Unidade 🕊 Liberdade 🌿 Natureza 🌅 Esperança

Temas em comum:

🤝 Unidade 🕊 Liberdade

Metadados

República Centro-Africana República do Congo
Composto 1959 1959
Adotado 1960 1959
Letrista Barthélémy Boganda (posthumous; died 29 March 1959) Jacques Tondra / Georges Kibanghi
Compositor Herbert Pepper Jean Royer / Joseph Spadiliere
Idioma fr fr
Região Central Africa Central Africa

Letras lado a lado

República Centro-Africana

La Renaissance

Original

Ô Centrafrique, ô berceau des Bantous! Reprends ton droit au respect, à la vie! Longtemps soumis, longtemps brimé par tous, Mais de ce jour brisant la tyrannie. Dans le travail, l'ordre et la dignité, Tu reconquiers ton droit, ton unité, Et pour franchir cette étape nouvelle, De nos ancêtres la voix nous appelle. [Refrain] Au travail dans l'ordre et la dignité, Dans le respect du droit dans l'unité, Brisant la misère et la tyrannie, Brandissant l'étendard de la Patrie.

Tradução

Ó Centro-África, ó berço dos bantos! Retoma o teu direito ao respeito, à vida! Muito tempo submetida, muito tempo humilhada por todos, Mas a partir de hoje rompes a tirania. No trabalho, na ordem e na dignidade, Reconquistas o teu direito, a tua unidade, E para dar este novo passo A voz dos nossos antepassados nos chama. [Refrão] Ao trabalho, em ordem e dignidade, No respeito do direito, na unidade, Rompendo a miséria e a tirania, Erguendo o estandarte da Pátria.

República do Congo

La Congolaise

Original

En ce jour le soleil se lève Et notre Congo resplendit. Une longue nuit s'achève, Un grand bonheur a surgi. Chantons tous avec ivresse Le chant de la liberté. [Chorus] Congolais, debout fièrement partout, Proclamons l'union de notre nation, Oublions ce qui nous divise, Soyons plus unis que jamais. Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès! Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès! Des forêts jusqu'à la savane, Des savanes jusqu'à la mer, Un seul peuple, une seule âme, Un seul cœur, ardent et fier, Luttons tous, tant que nous sommes, Pour notre vieux pays noir. [Chorus] Congolais, debout fièrement partout, Proclamons l'union de notre nation, Oublions ce qui nous divise, Soyons plus unis que jamais. Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès! Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès! Et s'il nous faut mourir, en somme Qu'importe puisque nos enfants, Partout, pourront dire comme On triomphe en combattant, Et dans le moindre village Chantent sous nos trois couleurs. [Chorus] Congolais, debout fièrement partout, Proclamons l'union de notre nation, Oublions ce qui nous divise, Soyons plus unis que jamais. Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès! Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès!

Tradução

Neste dia o sol nasce E o nosso Congo resplandece. Uma longa noite terminou, Uma grande felicidade surgiu. Cantemos todos com enlevo A canção da liberdade. [Refrão] Congoleses, de pé orgulhosamente em todo o lado, Proclamemos a união da nossa nação. Esqueçamos o que nos divide, Sejamos mais unidos do que nunca. Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso. Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso. Das florestas até a savana, Das savanas até o mar, Um só povo, uma só alma, Um só coração, ardente e altivo, Lutemos todos, quantos somos, Por nosso velho país negro. [Refrão] Congoleses, de pé orgulhosamente em todo o lado, Proclamemos a união da nossa nação. Esqueçamos o que nos divide, Sejamos mais unidos do que nunca. Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso. Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso. E se tivermos de morrer, afinal, Que importa, se nossos filhos Por toda parte poderão contar Como se vence combatendo, E na menor das aldeias Cantarão sob nossas três cores. [Refrão] Congoleses, de pé orgulhosamente em todo o lado, Proclamemos a união da nossa nação. Esqueçamos o que nos divide, Sejamos mais unidos do que nunca. Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso. Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso.

Curiosidades

República Centro-Africana

  • 1. Barthélémy Boganda, autor da letra, morreu num acidente aéreo a 29 de março de 1959. As causas nunca foram esclarecidas e o hino foi adotado mais de um ano depois da sua morte.
  • 2. O compositor Herbert Pepper assinou dois hinos nacionais africanos no mesmo período: «La Renaissance» para a República Centro-Africana e «Le Lion rouge» («Pincez tous vos koras, frappez les balafons») para o Senegal.
  • 3. A República Centro-Africana adotou o hino a 25 de maio de 1960, menos de três meses antes da independência formal da França, a 13 de agosto de 1960.
  • 4. O hino tem também uma versão oficial em sango, a língua nacional, intitulada «E Zingo».
  • 5. O mesmo hino manteve-se em uso durante o Império Centro-Africano (1976-1979). Na sua coroação, a 4 de dezembro de 1977, Jean-Bédel Bokassa colocou ele próprio a coroa na cabeça, e depois do seu juramento os altifalantes tocaram «La Renaissance» em sango. Continuou a ser o hino depois de restaurada a república, em 1979.

República do Congo

  • 1. O hino substituto 'Les Trois Glorieuses' (Os Três Dias Gloriosos) devia o nome ao levantamento de 13 a 15 de agosto de 1963 que derrubou o primeiro presidente, Fulbert Youlou. A letra é de Henri Lopes, o escritor que depois foi primeiro-ministro de 1973 a 1975.
  • 2. 'La Congolaise' foi escrita antes da independência: a letra por Jacques Tondra, um francês, e Georges Kibanghi, um congolês, e a música por Jean Royer e Joseph Spadilière.
  • 3. 'La Congolaise' venceu uma canção rival, 'Allons Congo', dos europeus Jo Noves e Stéphane May, por 44 votos contra 9 na Assembleia Nacional, e foi adotada pela lei constitucional n.º 10 de 21 de novembro de 1959.
  • 4. O refrão põe em música a divisa nacional: 'Vivons pour notre devise: Unité, travail, progrès!' (Vivamos pela nossa divisa: Unidade, trabalho, progresso!).
  • 5. Brazzaville, a capital, fica em frente a Kinshasa (capital da RD Congo), do outro lado do rio Congo; depois de Roma e do Vaticano, são o par de capitais nacionais mais próximo do mundo.

Ouvir

República Centro-Africana

República Centro-Africana - La Renaissance

República do Congo

República do Congo - La Congolaise

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