1.A lei paraguaia exige que os estudantes cantem o hino toda segunda-feira de manha no inicio da semana escolar, tornando-o um dos hinos mais frequentemente executados na vida cotidiana.
2.O hino completo tem uma introducao, seis estrofes e um coro, mas apenas a introducao e o primeiro verso sao normalmente cantados em eventos oficiais.
3.O Paraguai e um dos poucos paises onde o hino e amplamente conhecido em dois idiomas: espanhol e guarani, refletindo o bilinguismo oficial do pais.
Letra
Apenas a introducao e o coro sao normalmente executados em eventos oficiais
A los pueblos de América, infausto,
Tres centurias un cetro oprimió,
Mas un día soberbia surgiendo,
¡Basta!... dijo, y el cetro rompió.
Nuestros padres, lidiando grandiosos,
Ilustraron su gloria marcial;
Y trozada la augusta diadema,
Enalzaron el gorro triunfal.
[Coro]
Paraguayos, ¡República o Muerte!
Nuestro brío nos dio libertad;
Ni opresores, ni siervos alientan,
Donde reinan unión, e igualdad.
A los pueblos de América, infausto,
Tres centurias un cetro oprimió,
Mas un día soberbia surgiendo,
¡Basta!... dijo, y el cetro rompió.
Nuestros padres, lidiando grandiosos,
Ilustraron su gloria marcial;
Y trozada la augusta diadema,
Enalzaron el gorro triunfal.
[Coro]
Paraguayos, ¡República o Muerte!
Nuestro brío nos dio libertad;
Ni opresores, ni siervos alientan,
Donde reinan unión, e igualdad.
Nuevo mundo, Colón te descubre,
Y postrado ante ti todo el orbe,
Admirando tu faz, que se absorbe
En la grata visión de su Edén.
Pero España codicia pretende
Dominar esta selva virgen,
Que otros pueblos más fuertes defienden
Y más libres que aspiran a ser.
[Coro]
Tres centurias en hierro te forjas,
Te acongojas de una ruda prisión;
Sin cesar esas voces oías:
"¡Son tus días los de la opresión!"
Hasta que un día las masas surgieron
Y dijeron al mundo a una voz:
"¡Somos libres!" Repiten los ecos;
"¡Somos libres!" Del hombre la voz.
[Coro]
De la tumba del vil feudalismo
Se alza libre la patria deidad;
Opresores, doblad la rodilla;
Libertarios, ceñid el laurel.
Paraguayos, lo que nuestros padres
Con la sangre y sudor nos legaron,
No lo hagáis que tiranos mañosos
Os lo arrebaten de vuestro poder.
[Coro]
Aos povos da America, infaustos,
Tres centurias um cetro oprimiu,
Mas um dia, erguendo-se com orgulho,
Basta! disse, e o cetro quebrou.
Nossos pais, lutando grandiosamente,
Ilustraram sua gloria marcial;
E quebrada a augusta diadema,
Ergueram o gorro triunfal.
[Coro]
Paraguaios, Republica ou Morte!
Nosso brio nos deu liberdade;
Nem opressores, nem servos respiram
Onde reinam uniao e igualdade.
Aos povos da America, infaustos,
Tres centurias um cetro oprimiu,
Mas um dia, erguendo-se com orgulho,
Basta! disse, e o cetro quebrou.
Nossos pais, lutando grandiosamente,
Ilustraram sua gloria marcial;
E quebrada a augusta diadema,
Ergueram o gorro triunfal.
[Coro]
Paraguaios, Republica ou Morte!
Nosso brio nos deu liberdade;
Nem opressores, nem servos respiram
Onde reinam uniao e igualdade.
Novo mundo, Colombo te descobre,
E prostrado ante ti todo o orbe,
Admirando tua face, que se absorve
Na grata visao de seu Eden.
Mas a Espanha cobiçosa pretende
Dominar esta selva virgem,
Que outros povos mais fortes defendem
E mais livres aspiram a ser.
[Coro]
Tres centurias em ferro te forjas,
Te angustias em uma rude prisao;
Sem cessar ouvias essas vozes:
"Sao teus dias os da opressao!"
Ate que um dia as massas se ergueram
E disseram ao mundo a uma so voz:
"Somos livres!" Repetem os ecos;
"Somos livres!" A voz do homem.
[Coro]
Da tumba do vil feudalismo
Se ergue livre a deidade patria;
Opressores, dobrem os joelhos;
Libertadores, cinjam o louro.
Paraguaios, o que nossos pais
Com sangue e suor nos legaram,
Nao deixem que tiranos astutos
O arrebatem de vosso poder.
[Coro]
To the peoples of America, unfortunate,
Three centuries a scepter oppressed,
But one day, rising with pride,
Enough! it said, and broke the scepter.
Our fathers, fighting grandly,
Illustrated their martial glory;
And, the august diadem broken,
They raised the triumphal cap.
[Chorus]
Paraguayans, Republic or Death!
Our spirit gave us freedom;
Neither oppressors nor servants breathe
Where union and equality reign.
To the peoples of America, unfortunate,
Three centuries a scepter oppressed,
But one day, rising with pride,
Enough! it said, and broke the scepter.
Our fathers, fighting grandly,
Illustrated their martial glory;
And, the august diadem broken,
They raised the triumphal cap.
[Chorus]
Paraguayans, Republic or Death!
Our spirit gave us freedom;
Neither oppressors nor servants breathe
Where union and equality reign.
New world, Columbus discovers you,
And prostrate before you the entire globe,
Admiring your face, which is absorbed
In the pleasant vision of its Eden.
But Spain greedily seeks
To dominate this virgin forest,
Which other stronger peoples defend
And freer ones aspire to be.
[Chorus]
Three centuries you forge yourself in iron,
You grieve in a harsh prison;
Ceaselessly you heard those voices:
"Your days are those of oppression!"
Until one day the masses rose
And said to the world in one voice:
"We are free!" The echoes repeat;
"We are free!" The voice of man.
[Chorus]
From the tomb of vile feudalism
The fatherland deity rises free;
Oppressors, bend your knee;
Liberators, gird the laurel.
Paraguayans, what our fathers
With blood and sweat bequeathed us,
Do not let cunning tyrants
Snatch it from your power.
[Chorus]
As traduções não são oficiais e têm como objetivo transmitir o significado, não substituir os originais
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Análise
Editorial
Um dos hinos nacionais mais longos do mundo. Escrito por Francisco Acuna de Figueroa (que tambem escreveu o hino uruguaio) com musica atribuida a Francisco Jose Debali em 1846. O hino celebra a independencia do Paraguai da Espanha, conquistada em 1811.