Mali
Le Mali
Fatos importantes
- 1. O hino tornou-se oficial pela lei n° 62-72 de 9 de agosto de 1962, dois anos certos depois da independência; o texto fixa quatro estrofes e um refrão repetido após cada uma.
- 2. Seydou Badian Kouyaté, autor da letra, formou-se em medicina em Montpellier e publicou o romance Sous l'orage (1957); ministro do Desenvolvimento Rural com Modibo Keïta, partiu para o exílio depois do golpe de 1968.
- 3. Banzumana Sissoko, cego desde a infância, já era conhecido em toda a África Ocidental como o velho leão de Ségou quando retomou ao ngoni o ar medieval que hoje atravessa o hino.
- 4. O movimento dos Pioneiros malianos dos anos sessenta mandou traduzir o texto para bambara sob o título Afiriki ye ani e ye, Mali; a versão, atribuída a Abdulay Bari, ainda se canta nas escolas.
Letra
As traduções não são oficiais e têm como objetivo transmitir o significado, não substituir os originais
Análise
EditorialO Mali fixou o seu hino a 9 de agosto de 1962, dois anos depois da independência, pela lei n° 62-72. A letra é de Seydou Badian Kouyaté, romancista, médico e ministro do Desenvolvimento Rural sob a presidência de Modibo Keïta; a música é atribuída a Banzumana Sissoko, o lendário griot cego de Ségou, cujo ngoni retomou um ar que a tradição faz remontar ao império medieval do Mali. Keïta tinha rejeitado a proposta de um pianista europeu radicado em Bamako: queria um canto que trouxesse em si o sopro de África. O texto abre com a divisa nacional, Um povo, um fim, uma fé, e regressa sempre à mesma fórmula: Pour l'Afrique et pour toi, Mali. O combate é pela pátria, mas nunca apenas pela pátria.
Saiba Mais
Fontes e referências
- David Kendall. Mali . NationalAnthems.info
- L'Hymne du Mali . Mali Pense
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